sexta-feira, 11 de abril de 2014

 PEDAGOGIA 3B NOTUORNO  
  DÉBORA RIBAS
 ANA
, EDINALDA
 ANGELA 
MARCOS BITENCOURT 
     ESQUEMA CORPORAL (conhecimento do meio). É a estrutura corporal, ajuste postural, respiração, relaxamento e lateralidade). Elemento básico para formação da personalidade da criança, é a representação global e científica e diferenciada que a criança tem do seu corpo. Faz parte do Esquema corporal estrutura corporal -noção da nomencla tura e localização e conhecimento das partes do corpo- posicionamento do corpo estático perante a execução de um movimento.
Respiração –possibilita a troca gasosa, eliminando as substâncias nocivas ao corpo e renovando o ciclo energético.
Relaxamento –capacidade de descontração da musculatura voluntária.
Lateralidade –saber diferenciar o lado direito do lado esquerdo




Brincadeiras  lateralidade

TAREFAS
JOGOS
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BATATA QUE PASSA
             Crianças em círculo, uma de posse de uma bola que passará da direta para a esquerda, enquanto todos cantam:
Batata que passa, passa
Batata que já passou
Quem está com abatata
Coitadinho já dançou
             Ao terminar de cantar, quem estiver de posse da bola, dançará no meio da roda.

TARTARUGA E O COELHO
             - Duas bolas de cores diferentes;
             - Crianças em círculo, uma de posse das bolas, ao sinal a criança que tem as bolas passa uma bola para cada colega do lado, enquanto os colegas gritam: “Corre, corre tartaruga que o coelho já vai te pegar”.
            - A criança que for pega com as 2 bolas na mão vai para o centro da roda, continua o jogo  até ficar somente dois jogadores.


A orientação espacial 

é a capacidade que tem o indivíduo de situar-se e orientar- se, localizar outra pessoa ou objeto dentro de um determinado espaço. Quando a criança aprender noções de situação, tamanho, movimentos, formas, volume e outras, ela atingirá a etapa de orientação espacial, ou seja, ela passa a ter acesso a um espaço orientado a partir de seu próprio corpo, multiplicando suas possibilidades de ações. Nas palavras de Coste (1978), “o espaço da criança inicialmente é muito limitado, reduzido às suas impressões táteis (o corpo da mãe, o berço...).
O meio circundante é diferente do corpo. Seu mundo espacial constrói-se paralelamente ao seu desenvolvimento psicomotor. Neste contexto, é importante lembrar que a escola tem papel primordial, onde a equipe de profissionais possa atuar em consonância com o Projeto Político Pedagógico, selecionando conteúdos curriculares adequados, a fim de propiciar o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos. Percebe-se nesse sentido, que a estruturação espaço-temporal é uma habilidade importante para uma adaptação favorável da criança, pois lhe permite não só movimentar-se e reconhecer-se no espaço, mas também desencadear e dar seqüência aos seus gestos, localizar as partes do seu corpo e situá-las no espaço, coordenar sua temporalidade e organizar sua vida cotidiana, sendo importantíssima no processo de adaptação do indivíduo ao meio, uma vez que tudo ocupa um determinado lugar no espaço em um dado momento.
Todas as alterações e adaptações que ocorrem no meio ambiente e nos indivíduos, passam, antes de tudo, pela adaptação ao tempo e ao espaço. O tempo é constituído por quatro níveis, duração, ordem, sucessão e ritmo que se relacionam entre si, formando a estruturação temporal do individuo.
Com o desenvolvimento da estruturação temporal, a criança começa a distinguir as sucessões de acontecimentos (antes, após, durante), a duração dos intervalos (tempo longo, curto), a renovação cíclica de certos períodos (dias, meses, estações, anos) e os ritmos exteriores e do corpo (são fatores de estruturação temporal que sustenta a adaptação do tempo).
As noções temporais são muito abstratas, muitas vezes bem difíceis de serem adquiridas pelas crianças. Para Coste (1981 p, 57) “a adaptação ao tempo é função do desenvolvimento do conjunto da personalidade”. Portanto nota-se, que através do desenvolvimento do esquema corporal, ou seja, da conscientização da criança em relação ao seu próprio corpo, do movimentar-se e das suas relações com o exterior, é que ela passa ter, progressivamente, noções sobre o tempo.
O espaço é definido pela sua variedade de significados, podendo estar relacionado a uma extensão infinita (espaço sideral), a uma extensão superficial limitada (medidas) e a uma extensão de tempo e intervalos (minutos, lento, rápido). Portanto, o trabalho interdisciplinar permite à Educação Física uma interação na construção do conhecimento na escola, fazendo uso de conteúdos inerentes à sua formação e articulando-os com as demais disciplinas curriculares.Por isso, a estruturação temporal, "requer uma construção intelectual por parte da criança, baseada em operações que são paralelas às envolvidas no pensamento lógico-matemático" (Condemarin apud Gomes, p.64,1998). Ainda no que diz respeito à estruturação espaço temporal, a criança pode apresentar diversos tipos de dificuldades na escrita, como aglutinações, separações indevidas, omissão ou adição de letras, sílabas ou palavras...
A estruturação temporal proporciona à criança, a consciência do desenvolvimento das ações no tempo, solicitando mais a percepção auditiva da criança, em contraposição à estrutura espacial, que exige basicamente a percepção visual. (Gomes,1998, p. 66).
Assim, a escola pode desenvolver atividades interdisciplinares, voltadas ao desenvolvimento da estruturação espaço-temporal, tais como: participação em diversos jogos e brincadeiras cantadas, apreciação e valorização de músicas e danças pertencentes à localidade, participação em atividades rítmicas com diferentes partes do corpo com execução de coreografias simples, entre outras, favorecendo deste modo a ampliação do repertório de habilidades e conhecimentos dos alunos.
Estruturação espaço-temporal

A cabeça pega o rabo

Conceito: Trabalha coordenação motora ampla

Como se Brinca: 8 crianças dão as mãos formando uma fila. O 1º da fila deve tentar pegar o último, que procura se desviar para não ser pego. Durante a brincadeira as crianças correm com as mãos dadas e não devem soltar. Uma vez conseguido o objetivo, o 1º jogador vai para o fim da fila e a brincadeira recomeça.

3-ORIENTAÇÃO TEMPORAL- São as dimensões fundamentais da ação humana o espaço e o tempo (Piaget). Faz parte da orientação temporal: aquisição de noções de: antes, durante, depois, sucessão, simultaneidade, duração, pausa, duração da pausa, estruturação rítmicas, velocidade e aceleração

BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 20 de dezembro de

1996. Publicada no Diário Oficial da União em 20 de dezembro de 1996.
  Alunos 3 B Pedagogia Noturno
 ALUNOS: ANA,ANGELA, DÉBORA,EDINALDA MARCOS BITENCOURT





Jogos e Brincadeira
Faixa Etária de 8 A 10 anos

O professor divide os alunos em duas equipes, são colocados em seus respectivos campos, dentro da área do gol, e só poderá se movimentar em seus respectivos polos. A bola é colocada no centro da quadra e ao sinal do professor,ambas equipes saem na mesma posição dos quatros polos em direção a bola.O objetivo é marcar o gol no time adversário.Não podendo colocar a mão na bola somente o goleiro.
As regras são as mesmas do futsal, essa atividade exige muito dos músculos, por isso e preciso alongar antes.

PASSA ANEL
Uma pessoa é escolhida para passar o anel os demais enquanto outra e escolhida para adivinhar onde o anel esta com as mãos fechadas, e com o objeto pequeno entre elas, e vai passando pelos demais participantes, até que deixe o objeto na mão de alguém, ao passar por todas as pessoas deve-se acertar com quem esta o anel.








Idade: 6 a 8 Anos
DESCOBRIR O QUE ESTÁ MUDADO

OBJ. ESP.: Memória, perspicácia, observação
LOCAL: Ar livre e sala
Formação: círculos
Organização: pede-se a um aluno que deixe o local e fazem-se algumas modificações
Execução: quando o aluno voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.

 DANÇA DAS CADEIRAS

 IDADE: 6 a 8 anos

OBJ. ESP.: Atenção, agilidade
MATERIAL: Cadeira, toca-fitas
LOCAL: Ar livre, salão
Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras
Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participantes
Execução: ao som da música, os alunos contornarão as cadeiras. Quando esta parar, todos procurarão sentar-se. O que sobrar sairá fora e retira-se uma
cadeira. Vencerá o último a senta.