domingo, 28 de dezembro de 2014
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Feliz Natal !!!!!!! e um prospero Ano Novo
Um momento doce e cheio de significado para as nossas vidas. É tempo de repensar valores, de ponderar sobre a vida e tudo que a cerca. É momento de deixar nascer essa criança pura, inocente e cheia de esperança que mora dentro de nossos corações. É sempre tempo de contemplar aquele menino pobre, que nasceu numa manjedoura, para nos fazer entender que o ser humano vale por aquilo que é e faz, e nunca por aquilo que possui. Noite cristã, onde a alegria invade nossos corações trazendo a paz e a harmonia.
O Natal é um dia festivo e espero que o seu olhar possa estar voltado para uma festa maior, a festa do nascimento de Cristo dentro de seu coração. Que neste Natal você e sua família sintam mais forte ainda o significado da palavra amor, que traga raios de luz que iluminem o seu caminho e transformem o seu coração a cada dia, fazendo que você viva sempre com muita felicidade.
Também é tempo de refazer planos, reconsiderar os equívocos e retomar o caminho para uma vida cada vez mais feliz. Teremos outras 365 novas oportunidades de dizer à vida, que de fato queremos ser plenamente felizes. Que queremos viver cada dia, cada hora e cada minuto em sua plenitude, como se fosse o último. Que queremos renovação e buscaremos os grandes milagres da vida a cada instante.
Todo Ano Novo é hora de renascer, de florescer, de viver de novo. Aproveite este ano que está próximo para realizar todos os seus sonhos!"
féria bem vinda minha linda.
Bom já estamos de férias Parabéns ao 4 B Pedagogia
rumo ao 5º semestre.
Feliz Ano Novo !!!!!!!
Até a volta !!!!!
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
1- Artigo
205 da Constituição Federal de 1988: “A educação, direito de todos e dever do
Estado e da família
“Será promovida e
incentivada com a colaboração da sociedade, visando a pleno desenvolvimento da
pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o
trabalho”. Do artigo, podemos chegar a alguns conceitos básicos da educação na
Constituição:
A educação é um direito de todos;
A educação é dever do Estado
A educação é dever da família
A educação deve ser fomentada pela sociedade
O pleno desenvolvimento da pessoa
O preparo da pessoa para o exercício da cidadania
A qualificação da pessoa para o trabalho
Comecemos por entender o alcance da educação como direito de todos. A educação é a prerrogativa que todas as pessoas possuem de exigir do Estado a prática educativa. Como direito de todos, a educação, pois, traduz muito da exigência que todo cidadão pode fazer em seu favor.
Sem embargo, a educação como direito de todos aparece, pela primeira vez,na Constituição de 1934. O artigo 149 da Constituição de 1934 assim se pronuncia sobre a educação:
" A educação é direito de todos e deve ser ministrado pela família e pelos poderes públicos, cumprindo a estes proporcioná-la a brasileiros e a estrangeiros domiciliados no País, de modo que possibilite eficientes fatores da vida moral e econômica da Nação, e desenvolver num espírito brasileiro a consciência da solidariedade humana".
Na Constituição de 1946, a educação também definida como direito de todos: “A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola"
A educação é um direito de todos;
A educação é dever do Estado
A educação é dever da família
A educação deve ser fomentada pela sociedade
O pleno desenvolvimento da pessoa
O preparo da pessoa para o exercício da cidadania
A qualificação da pessoa para o trabalho
Comecemos por entender o alcance da educação como direito de todos. A educação é a prerrogativa que todas as pessoas possuem de exigir do Estado a prática educativa. Como direito de todos, a educação, pois, traduz muito da exigência que todo cidadão pode fazer em seu favor.
Sem embargo, a educação como direito de todos aparece, pela primeira vez,na Constituição de 1934. O artigo 149 da Constituição de 1934 assim se pronuncia sobre a educação:
" A educação é direito de todos e deve ser ministrado pela família e pelos poderes públicos, cumprindo a estes proporcioná-la a brasileiros e a estrangeiros domiciliados no País, de modo que possibilite eficientes fatores da vida moral e econômica da Nação, e desenvolver num espírito brasileiro a consciência da solidariedade humana".
Na Constituição de 1946, a educação também definida como direito de todos: “A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola"
Educação sexual infantil

Fica sempre a dúvida: devemos falar do
sexo propriamente dito? Mesmo os bebês já têm a sensação de excitação, mas
buscar o orgasmo já não é, de fato, coisa de criança. Elas não entendem e nem
estão interessadas em saber como isso funciona.
A fase auto-sexual e
a descoberta do corpo
Até os 4 anos de idade, o interesse sexual da
criança está, basicamente, nas sensações do seu corpo, de carinho e
atenção. Que Freud chamou de auto-sexual ou genital, elas descobrem que têm
autonomia para produzir uma sensação gostosa ao tocar seus genitais à conversa
é outra. Fase que costuma ser crítica na escola, porque em geral os professores
não sabem qual atitude tomar ao surpreender a criança tocando os genitais.
Portanto, a minha sugestão é: não entre em pânico.
Não há nada
de errado em se tocar, mas não em locais públicos, nem durante a aula, porque isso tira a
concentração da criança e dos outros alunos sobre o que está sendo ensinado. Na
hora, não entre em detalhes. Sem expor a criança, diga apenas que não pode e
chame ela de volta à atividade. Faça isso com a mesma naturalidade e convicção
que a ensinou que na sala de aula que não é permitido comer ou fazer xixi. Se
essa situação começar a acontecer com freqüência numa turma, talvez seja um bom
momento para o professor ensinar aos alunos, por exemplo, o conceito de público
e privado em relação às partes do corpo e aos comportamentos sexuais,que tem o
banheiro de meninos, e meninas.que menina e diferente dos meninos,partes do
corpo são diferentes ao tocar-se.Este é um período de investigação sexual não deve ser
reprimido, mas sim, adequado à cultura e às imposições sociais que a escola
precisa respeitar.
Na sala pode?
Se você encontrar, por exemplo, duas
crianças de idades semelhantes “brincando de médico” na sala de descanso, é
preciso analisar o caso. A conduta do professor depende dos valores da escola.
Se sua escola tem também como objetivo
o desenvolvimento sexual dos alunos, não precisa de nenhuma interferência sua –
eles estão perfeitamente adequados e tudo, mas pode e deve deixar claro para
eles que esta atitude a escola não permite. Ou seja, as crianças precisam
aprender seus limites. E isto se faz desde a infância.
Na escola, o professor muitas vezes se
vê em apuros diante das perguntas das crianças. Um caminho que pode facilitar
esta conversa é entender o interesse delas e até onde elas querem saber. Assim,
antes de qualquer resposta, pergunte: para que você quer saber sobre isso?
Desta forma, você vai direto ao ponto,
sabendo exatamente o que a criança quer saber. Assim, sua ajuda poderá ser mais
efetiva.
domingo, 21 de setembro de 2014
PARABÉNS PARA PEDAGOGIA PELA BELA SEMANA LÚDICA
QUE VENHA A N1 ...... 4 º B


UNIESP - Faculdade Santa Izildinha
QUE VENHA A N1 ...... 4 º B
segunda-feira, 5 de maio de 2014
DÉBORA RIBAS
Principais
teorias Piagetiana
Justificando:
A importância de se
definir os períodos ou estágios de desenvolvimento da inteligência reside no fato
de que, em cada um, o indivíduo adquire novos conhecimentos ou estratégias de
sobrevivência, de compreensão e interpretação da realidade. A compreensão deste
processo é fundamental para que os professores possam também compreender com
quem estão trabalhando. A obra de Jean Piaget não oferece aos educadores uma
didática específica sobre como desenvolver a inteligência do aluno ou da
criança. Piaget nos mostra que cada fase de desenvolvimento apresenta características
e possibilidades de crescimento da maturação ou de aquisições. O conhecimento
destas possibilidades faz com que os professores possam oferecer estímulos
adequados a um maior desenvolvimento do indivíduo.
Através da minuciosa
observação dos seus filhos e principalmente de outras crianças, Piaget
impulsionou a sua Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios
de desenvolvimento cognitivo no ser humano: o estágio sensório-motor,
pré-operacional ou pré-operatório (simbólico e intuitivo), operatório concreto
e operatório formal. Piaget influenciou a educação de maneira profunda. Para
ele as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos
professores, cabia aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Seguindo a
Piaget há que adaptar a Didática e os métodos de ensino nas aulas às diferentes
peculiaridades dos estágios antes citados. Tendo sempre presente, tal como
sinala na sua obra.
O Nascimento da
Inteligência na Criança, que "as
relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação radical, de modo
tal que a consciência não começa pelo conhecimento dos objetos nem pelo da
atividade do sujeito, mas por um estado diferenciado; e é desse estado que deriva
dos movimentos complementares, um de incorporação das cousas ao sujeito, o
outro de acomodação às próprias cousas”.
Piaget define três conceitos fundamentais para
a sua teoria: interação, assimilação e acomodação, três fases sucessivas pelas
que o sujeito passa ao adquirir novos conhecimentos.
O desenvolvimento do
indivíduo inicia-se no período intrauterino e vai até aos 15 ou 16 anos. Piaget
diz que a embriologia humana evolui também após o nascimento, criando
estruturas cada vez mais complexas. A construção da inteligência dá-se,
portanto em etapas sucessivas, com complexidades crescentes, encadeadas umas às
outras.
A.
Período ou Estágio Sensório-Motor: Do nascimento aos dois
anos, aproximadamente.
A ausência da função
semiótica é a principais características deste período. A inteligência trabalha
através das percepções (simbólico) e das ações (motor) através dos
deslocamentos do próprio corpo. É uma inteligência iminentemente prática. A sua
linguagem vai da ecolalia (repetição de sílabas) à palavra-frase ("água" para
dizer que quer beber água) já que não representa mentalmente o objeto e as ações.
A sua conduta social, neste período, é de isolamento e indiferenciação (o mundo
é ele).
B.
Período ou Estágio Pré-Operatório: a)
Subperíodo Simbólico: Dos dois anos aos quatro anos, aproximadamente. Nesta
primeira etapa surge a função semiótica que permite o surgimento da linguagem,
do desenho, da imitação, da dramatização, etc.. Podendo criar imagens mentais
na ausência do objeto ou da ação é o momento da fantasia, do faz de conta, do
jogo simbólico. Com a capacidade de formar imagens mentais pode transformar o
objeto numa satisfação do seu prazer (uma caixa de fósforos em carrinho, por
exemplo). É também o momento em que o indivíduo “dá alma” (animismo) aos
objetos ("o carro do papai foi 'dormir' na garagem"). A linguagem
está em nível de monólogo coletivo, ou seja, todos falam ao mesmo tempo sem que
respondam as argumentações dos outros. Duas crianças “conversando” dizem frases
que não têm relação com a frase que o outro está dizendo. A sua socialização é
vivida de forma isolada, mas dentro do coletivo. Não há liderança e os pares
são constantemente trocados. Existem outras características do pensamento
simbólico que não estão sendo mencionadas aqui, uma vez que a proposta é de
sintetizar as ideias de Jean Piaget, como por exemplo o nominalismo (dar nomes
às cousas das quais não sabe o nome ainda), superdeterminação (“teimosia”),
egocentrismo (tudo é “meu”), etc.
b) Subperíodo Intuitivo:
Dos quatro anos aos sete anos, aproximadamente.
Nesta segunda etapa já
existe um desejo de explicação dos fenômenos. É a “idade dos porquês”, pois o
indivíduo pergunta o tempo todo. Distingue a fantasia do real, podendo
dramatizar a fantasia sem que acredite nela. O seu pensamento continua centrado
no seu próprio ponto de vista. Já é capaz de organizar coleções e conjuntos sem,
no entanto incluir conjuntos menores em conjuntos maiores (rosas no conjunto de
flores, por exemplo). Quanto à linguagem não mantém uma conversação longa, mas
já é capaz de adaptar a sua resposta às palavras do companheiro.
sexta-feira, 11 de abril de 2014
PEDAGOGIA 3B NOTUORNO
DÉBORA RIBAS
ANA
, EDINALDA
ANGELA
MARCOS BITENCOURT
ESQUEMA CORPORAL (conhecimento do meio). É a estrutura corporal,
ajuste postural, respiração, relaxamento e lateralidade). Elemento básico para
formação da personalidade da criança, é a representação global e científica e
diferenciada que a criança tem do seu corpo. Faz parte do Esquema corporal estrutura corporal -noção da nomencla tura e localização
e conhecimento das partes do corpo- posicionamento do corpo estático
perante a execução de um movimento.
Respiração –possibilita a troca gasosa,
eliminando as substâncias nocivas ao corpo e renovando o ciclo energético.
Relaxamento –capacidade de descontração da
musculatura voluntária.
Lateralidade –saber
diferenciar o lado direito do lado esquerdo
Brincadeiras lateralidade
TAREFAS
JOGOS
BATATA QUE PASSA
Crianças em círculo, uma de posse de uma bola que passará da direta para a
esquerda, enquanto todos cantam:
Batata que passa, passa
Batata que já passou
Quem está com abatata
Coitadinho já dançou
Ao terminar de cantar, quem estiver de posse da bola, dançará no meio da roda.
TARTARUGA E O COELHO
- Duas bolas de cores diferentes;
- Crianças em círculo, uma de posse das bolas, ao sinal a criança que tem as
bolas passa uma bola para cada colega do lado, enquanto os colegas gritam:
“Corre, corre tartaruga que o coelho já vai te pegar”.
- A
criança que for pega com as 2 bolas na mão vai para o centro da roda, continua
o jogo até ficar somente dois jogadores.
A orientação espacial
é a capacidade que tem o
indivíduo de situar-se e orientar- se, localizar outra pessoa ou objeto dentro
de um determinado espaço. Quando a criança aprender noções de situação, tamanho, movimentos,
formas, volume e outras, ela
atingirá a etapa de orientação
espacial, ou seja, ela
passa a ter acesso a um espaço orientado a partir de seu próprio corpo, multiplicando suas
possibilidades de ações. Nas palavras de Coste
(1978), “o espaço da criança inicialmente é muito limitado, reduzido às suas impressões
táteis (o corpo da mãe, o berço...).
O meio circundante é diferente
do corpo. Seu mundo espacial constrói-se paralelamente ao seu desenvolvimento
psicomotor. Neste contexto, é importante lembrar que a escola tem papel
primordial, onde a equipe de profissionais possa atuar em consonância com o Projeto Político Pedagógico, selecionando conteúdos
curriculares adequados, a fim de propiciar o desenvolvimento e aprendizagem dos
alunos. Percebe-se nesse sentido, que a estruturação espaço-temporal é uma habilidade importante
para uma adaptação favorável da criança, pois lhe permite não só movimentar-se e reconhecer-se no espaço, mas também desencadear e dar seqüência aos seus gestos, localizar
as partes do seu corpo e situá-las no espaço,
coordenar sua temporalidade e organizar sua vida cotidiana, sendo
importantíssima no processo de adaptação do
indivíduo ao meio, uma vez que tudo ocupa um determinado lugar no espaço em um dado momento.
Todas as alterações e adaptações
que ocorrem no meio ambiente e nos indivíduos, passam, antes de tudo, pela
adaptação ao tempo e ao espaço. O tempo é constituído
por quatro níveis, duração, ordem, sucessão e ritmo
que se relacionam entre si, formando a estruturação temporal do individuo.
Com o desenvolvimento da
estruturação temporal, a criança começa a distinguir as sucessões de
acontecimentos (antes, após, durante), a duração dos intervalos (tempo longo, curto), a renovação cíclica de certos períodos (dias, meses, estações, anos) e os ritmos exteriores e do corpo (são fatores de
estruturação temporal que sustenta a
adaptação do tempo).
As noções temporais são muito abstratas, muitas
vezes bem difíceis de serem adquiridas pelas crianças. Para Coste (1981 p, 57) “a adaptação ao tempo é função do
desenvolvimento do conjunto da personalidade”. Portanto nota-se, que através
do desenvolvimento do esquema corporal, ou seja, da conscientização da criança em
relação ao seu próprio corpo, do
movimentar-se e das suas relações
com o exterior, é que ela passa ter, progressivamente, noções sobre o tempo.
O espaço é definido pela sua variedade de
significados, podendo estar relacionado a uma extensão infinita (espaço sideral), a uma extensão superficial limitada (medidas) e a
uma extensão de tempo e intervalos (minutos, lento, rápido). Portanto, o
trabalho interdisciplinar permite à Educação
Física uma interação na construção do conhecimento na escola, fazendo uso de conteúdos
inerentes à sua formação e articulando-os com as
demais disciplinas curriculares.Por isso, a estruturação temporal, "requer uma construção intelectual por parte da
criança,
baseada em operações
que são paralelas às envolvidas no pensamento lógico-matemático" (Condemarin apud Gomes,
p.64,1998). Ainda no que diz respeito à estruturação espaço temporal, a criança pode apresentar diversos tipos de dificuldades na escrita,
como aglutinações, separações indevidas, omissão ou adição de letras, sílabas ou
palavras...
A estruturação temporal proporciona à criança, a consciência do
desenvolvimento das ações no tempo, solicitando mais
a percepção auditiva da criança, em contraposição à
estrutura espacial, que exige basicamente a percepção visual. (Gomes,1998, p. 66).
Assim, a escola pode desenvolver atividades interdisciplinares, voltadas ao
desenvolvimento da estruturação
espaço-temporal, tais como:
participação em diversos jogos e
brincadeiras cantadas, apreciação e
valorização de músicas e danças pertencentes à localidade, participação em atividades rítmicas com diferentes partes do corpo com
execução de coreografias simples,
entre outras, favorecendo deste modo a ampliação do repertório de habilidades e conhecimentos dos alunos.

A cabeça pega o
rabo
Conceito: Trabalha coordenação motora ampla
Como se Brinca: 8 crianças dão as mãos formando
uma fila. O 1º da fila deve tentar pegar o último, que procura se desviar para
não ser pego. Durante a brincadeira as crianças correm com as mãos dadas e não
devem soltar. Uma vez conseguido o objetivo, o 1º jogador vai para o fim da
fila e a brincadeira recomeça.
3-ORIENTAÇÃO TEMPORAL- São as dimensões fundamentais da ação
humana o espaço e o tempo (Piaget). Faz parte da orientação temporal: aquisição
de noções de: antes, durante, depois, sucessão, simultaneidade, duração, pausa,
duração da pausa, estruturação rítmicas, velocidade e aceleração
BRASIL. Lei de
Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 20 de dezembro de
1996. Publicada no Diário Oficial da União em 20 de dezembro
de 1996.
Alunos 3 B Pedagogia Noturno
ALUNOS: ANA,ANGELA, DÉBORA,EDINALDA MARCOS BITENCOURT
IDADE: 6 a 8 anos
OBJ. ESP.: Atenção, agilidade
MATERIAL: Cadeira, toca-fitas
LOCAL: Ar livre, salão
Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras
Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participantes
Execução: ao som da música, os alunos contornarão as cadeiras. Quando esta parar, todos procurarão sentar-se. O que sobrar sairá fora e retira-se uma
cadeira. Vencerá o último a senta.
ALUNOS: ANA,ANGELA, DÉBORA,EDINALDA MARCOS BITENCOURT
Jogos
e Brincadeira
Faixa
Etária de 8 A 10 anos
O professor divide os
alunos em duas equipes, são colocados em seus respectivos campos, dentro da
área do gol, e só poderá se movimentar em seus respectivos polos. A bola é
colocada no centro da quadra e ao sinal do professor,ambas equipes saem na
mesma posição dos quatros polos em direção a bola.O objetivo é marcar o gol no
time adversário.Não podendo colocar a mão na bola somente o goleiro.
As regras são as
mesmas do futsal, essa atividade exige muito dos músculos, por isso e preciso
alongar antes.
PASSA
ANEL
Uma pessoa é
escolhida para passar o anel os demais enquanto outra e escolhida para
adivinhar onde o anel esta com as mãos fechadas, e com o objeto pequeno entre elas,
e vai passando pelos demais participantes, até que deixe o objeto na mão de alguém,
ao passar por todas as pessoas deve-se acertar com quem esta o anel.
Idade:
6 a 8 Anos
DESCOBRIR
O QUE ESTÁ MUDADO
OBJ. ESP.: Memória, perspicácia, observação
LOCAL: Ar livre e sala
Formação: círculos
Organização: pede-se a um aluno que deixe o local e fazem-se algumas modificações
Execução: quando o aluno voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.
OBJ. ESP.: Memória, perspicácia, observação
LOCAL: Ar livre e sala
Formação: círculos
Organização: pede-se a um aluno que deixe o local e fazem-se algumas modificações
Execução: quando o aluno voltar o grupo começará a contar aumentando ou diminuindo a intensidade do canto à medida que ele se aproxima ou afasta do que mudou.
DANÇA
DAS CADEIRAS
IDADE: 6 a 8 anos
OBJ. ESP.: Atenção, agilidade
MATERIAL: Cadeira, toca-fitas
LOCAL: Ar livre, salão
Formação: cadeiras em fileiras aos pares, umas de costas para as outras
Organização: o número de cadeiras será a menos do que o número de participantes
Execução: ao som da música, os alunos contornarão as cadeiras. Quando esta parar, todos procurarão sentar-se. O que sobrar sairá fora e retira-se uma
cadeira. Vencerá o último a senta.
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