sábado, 8 de novembro de 2014

                                                AMIGA IRMÃ CAMARADA
                                                              ANGELA

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

AMIGOS  QUERO  AGRADECER A DEUS POR TUDO QUE ELE TEM FEITO DE BOM EM MINHA VIDA E DOS QUE ME RODEIAM 



MEU DEUS  OBRIGADO.    

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

1- Artigo 205 da Constituição Federal de 1988: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família
“Será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando a pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. Do artigo, podemos chegar a alguns conceitos básicos da educação na Constituição:

A educação é um direito de todos;
A educação é dever do Estado
A educação é dever da família
A educação deve ser fomentada pela sociedade

O pleno desenvolvimento da pessoa
O preparo da pessoa para o exercício da cidadania
A qualificação da pessoa para o trabalho

Comecemos por entender o alcance da educação como direito de todos. A educação é a prerrogativa que todas as pessoas possuem de exigir do Estado a prática educativa. Como direito de todos, a educação, pois, traduz muito da exigência que todo cidadão pode fazer em seu favor.

Sem embargo, a educação como direito de todos aparece, pela primeira vez,na Constituição de 1934. O artigo 149 da Constituição de 1934 assim se pronuncia sobre a educação:

" A educação é direito de todos e deve ser ministrado pela família e pelos poderes públicos, cumprindo a estes proporcioná-la a brasileiros e a estrangeiros domiciliados no País, de modo que possibilite eficientes fatores da vida moral e econômica da Nação, e desenvolver num espírito brasileiro a consciência da solidariedade humana".

Na Constituição de 1946, a educação também definida como direito de todos: “A educação é direito de todos e será dada no lar e na escola"








                   Educação sexual infantil



             
Fica sempre a dúvida: devemos falar do sexo propriamente dito? Mesmo os bebês já têm a sensação de excitação, mas buscar o orgasmo já não é, de fato, coisa de criança. Elas não entendem e nem estão interessadas em saber como isso funciona.
A fase auto-sexual e a descoberta do corpo
Até os 4 anos de idade, o interesse sexual da criança está, basicamente, nas sensações do seu corpo, de carinho e atenção. Que Freud chamou de auto-sexual ou genital, elas descobrem que têm autonomia para produzir uma sensação gostosa ao tocar seus genitais à conversa é outra. Fase que costuma ser crítica na escola, porque em geral os professores não sabem qual atitude tomar ao surpreender a criança tocando os genitais. Portanto, a minha  sugestão é: não entre em pânico.
Não há nada de errado em se tocar, mas não em locais públicos, nem durante a aula, porque isso tira a concentração da criança e dos outros alunos sobre o que está sendo ensinado. Na hora, não entre em detalhes. Sem expor a criança, diga apenas que não pode e chame ela de volta à atividade. Faça isso com a mesma naturalidade e convicção que a ensinou que na sala de aula que não é permitido comer ou fazer xixi. Se essa situação começar a acontecer com freqüência numa turma, talvez seja um bom momento para o professor ensinar aos alunos, por exemplo, o conceito de público e privado em relação às partes do corpo e aos comportamentos sexuais,que tem o banheiro de meninos, e meninas.que menina e diferente dos meninos,partes do corpo são diferentes ao tocar-se.Este é um período de investigação sexual  não deve ser reprimido, mas sim, adequado à cultura e às imposições sociais que a escola precisa respeitar.
Na sala pode?
Se você encontrar, por exemplo, duas crianças de idades semelhantes “brincando de médico” na sala de descanso, é preciso analisar o caso. A conduta do professor depende dos valores da escola.
Se sua escola tem também como objetivo o desenvolvimento sexual dos alunos, não precisa de nenhuma interferência sua – eles estão perfeitamente adequados e tudo, mas pode e deve deixar claro para eles que esta atitude a escola não permite. Ou seja, as crianças precisam aprender seus limites. E isto se faz desde a infância.
Na escola, o professor muitas vezes se vê em apuros diante das perguntas das crianças. Um caminho que pode facilitar esta conversa é entender o interesse delas e até onde elas querem saber. Assim, antes de qualquer resposta, pergunte: para que você quer saber sobre isso?

Desta forma, você vai direto ao ponto, sabendo exatamente o que a criança quer saber. Assim, sua ajuda poderá ser mais efetiva.

Aline Barros - Ressuscita-me ao vivo. DEUS SÓ TU SABES O QUE QUERO ...

domingo, 21 de setembro de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

      DÉBORA RIBAS
            Principais teorias Piagetiana
Justificando:
A importância de se definir os períodos ou estágios de desenvolvimento da inteligência reside no fato de que, em cada um, o indivíduo adquire novos conhecimentos ou estratégias de sobrevivência, de compreensão e interpretação da realidade. A compreensão deste processo é fundamental para que os professores possam também compreender com quem estão trabalhando. A obra de Jean Piaget não oferece aos educadores uma didática específica sobre como desenvolver a inteligência do aluno ou da criança. Piaget nos mostra que cada fase de desenvolvimento apresenta características e possibilidades de crescimento da maturação ou de aquisições. O conhecimento destas possibilidades faz com que os professores possam oferecer estímulos adequados a um maior desenvolvimento do indivíduo.
Através da minuciosa observação dos seus filhos e principalmente de outras crianças, Piaget impulsionou a sua Teoria Cognitiva, onde propõe a existência de quatro estágios de desenvolvimento cognitivo no ser humano: o estágio sensório-motor, pré-operacional ou pré-operatório (simbólico e intuitivo), operatório concreto e operatório formal. Piaget influenciou a educação de maneira profunda. Para ele as crianças só podiam aprender o que estavam preparadas a assimilar. Aos professores, cabia aperfeiçoar o processo de descoberta dos alunos. Seguindo a Piaget há que adaptar a Didática e os métodos de ensino nas aulas às diferentes peculiaridades dos estágios antes citados. Tendo sempre presente, tal como sinala na sua obra.
O Nascimento da Inteligência na Criança, que "as relações entre o sujeito e o seu meio consistem numa interação radical, de modo tal que a consciência não começa pelo conhecimento dos objetos nem pelo da atividade do sujeito, mas por um estado diferenciado; e é desse estado que deriva dos movimentos complementares, um de incorporação das cousas ao sujeito, o outro de acomodação às próprias cousas”.
 Piaget define três conceitos fundamentais para a sua teoria: interação, assimilação e acomodação, três fases sucessivas pelas que o sujeito passa ao adquirir novos conhecimentos.
O desenvolvimento do indivíduo inicia-se no período intrauterino e vai até aos 15 ou 16 anos. Piaget diz que a embriologia humana evolui também após o nascimento, criando estruturas cada vez mais complexas. A construção da inteligência dá-se, portanto em etapas sucessivas, com complexidades crescentes, encadeadas umas às outras.
A. Período ou Estágio Sensório-Motor: Do nascimento aos dois anos, aproximadamente.
A ausência da função semiótica é a principais características deste período. A inteligência trabalha através das percepções (simbólico) e das ações (motor) através dos deslocamentos do próprio corpo. É uma inteligência iminentemente prática. A sua linguagem vai da ecolalia (repetição de sílabas) à palavra-frase ("água" para dizer que quer beber água) já que não representa mentalmente o objeto e as ações. A sua conduta social, neste período, é de isolamento e indiferenciação (o mundo é ele).
B. Período ou Estágio Pré-Operatório: a) Subperíodo Simbólico: Dos dois anos aos quatro anos, aproximadamente. Nesta primeira etapa surge a função semiótica que permite o surgimento da linguagem, do desenho, da imitação, da dramatização, etc.. Podendo criar imagens mentais na ausência do objeto ou da ação é o momento da fantasia, do faz de conta, do jogo simbólico. Com a capacidade de formar imagens mentais pode transformar o objeto numa satisfação do seu prazer (uma caixa de fósforos em carrinho, por exemplo). É também o momento em que o indivíduo “dá alma” (animismo) aos objetos ("o carro do papai foi 'dormir' na garagem"). A linguagem está em nível de monólogo coletivo, ou seja, todos falam ao mesmo tempo sem que respondam as argumentações dos outros. Duas crianças “conversando” dizem frases que não têm relação com a frase que o outro está dizendo. A sua socialização é vivida de forma isolada, mas dentro do coletivo. Não há liderança e os pares são constantemente trocados. Existem outras características do pensamento simbólico que não estão sendo mencionadas aqui, uma vez que a proposta é de sintetizar as ideias de Jean Piaget, como por exemplo o nominalismo (dar nomes às cousas das quais não sabe o nome ainda), superdeterminação (“teimosia”), egocentrismo (tudo é “meu”), etc.
b) Subperíodo Intuitivo: Dos quatro anos aos sete anos, aproximadamente.
Nesta segunda etapa já existe um desejo de explicação dos fenômenos. É a “idade dos porquês”, pois o indivíduo pergunta o tempo todo. Distingue a fantasia do real, podendo dramatizar a fantasia sem que acredite nela. O seu pensamento continua centrado no seu próprio ponto de vista. Já é capaz de organizar coleções e conjuntos sem, no entanto incluir conjuntos menores em conjuntos maiores (rosas no conjunto de flores, por exemplo). Quanto à linguagem não mantém uma conversação longa, mas já é capaz de adaptar a sua resposta às palavras do companheiro.